Educomunicador é preciso!
Uma das áreas mais instigantes que se desenvolvem hoje no campo das Ciências da Comunicação é aquela que pressupõe uma colaboração estreita e efetiva entre duas disciplinas - a Comunicação e a Educação. Numa época em que as fronteiras disciplinares e as barreiras departamentais são arrombadas com o objetivo de promover a convergência no campo teórico, a troca de experiências no campo universitário e a colaboração no campo da prática profissional, essas duas disciplinas convergem para o desenvolvimento da fecunda intersecção.
Assim, a Ciência da Comunicação volta-se para a Educação na busca de um espaço de relações pessoais no qual possa trabalhar com os aspectos cognitivos, críticos e comportamentais do público e onde prevaleça, por sobre os interesses comerciais e
Por outro lado, as tarefas exigidas em qualquer atividade profissional são cada vez mais complexas, fazendo que o trabalhador tenha que aprender os processos sofisticados e sutis. Num mercado de trabalho em que faltam vagas, o nível de escolaridade dos candidatos tende a ser cada vez mais elevado. Todas essas questões povoam o dia-a-dia de quem trabalha com Educação, levando a uma revisão de critérios e parâmetros.
O educomunicador trabalha ainda com a comunicação no espaço educativo - a comunicação interna entre professores e entre eles e a direção da escola, entre pais, alunos e professores, criando verdadeiramente canais de troca de informações. Organiza também a comunicação externa da escola e suas relações com a comunidade, estreita laços entre as instituições culturais da região e promove atividades educativas coletivas.
Nosso trabalho é, portanto, trazer à luz essas possibilidades e acenar com as possíveis práticas que elas propõem, tendo consciência de que qualquer atraso nessa direção poderá resultar em uma educação menos eficiente e em uma comunicação mais hegemônica e alienante. Portanto, educomunicador é preciso!
Maria Cristina Castilho Costa
Professora Doutora e Livre-Docente, do Departamento de Comunicação e Artes da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Fonte: http://jornalescolar.org.br/portal/images/PDF/mariacristina.doc
Uma das áreas mais instigantes que se desenvolvem hoje no campo das Ciências da Comunicação é aquela que pressupõe uma colaboração estreita e efetiva entre duas disciplinas - a Comunicação e a Educação. Numa época em que as fronteiras disciplinares e as barreiras departamentais são arrombadas com o objetivo de promover a convergência no campo teórico, a troca de experiências no campo universitário e a colaboração no campo da prática profissional, essas duas disciplinas convergem para o desenvolvimento da fecunda intersecção.
Assim, a Ciência da Comunicação volta-se para a Educação na busca de um espaço de relações pessoais no qual possa trabalhar com os aspectos cognitivos, críticos e comportamentais do público e onde prevaleça, por sobre os interesses comerciais e
Por outro lado, as tarefas exigidas em qualquer atividade profissional são cada vez mais complexas, fazendo que o trabalhador tenha que aprender os processos sofisticados e sutis. Num mercado de trabalho em que faltam vagas, o nível de escolaridade dos candidatos tende a ser cada vez mais elevado. Todas essas questões povoam o dia-a-dia de quem trabalha com Educação, levando a uma revisão de critérios e parâmetros.
O educomunicador trabalha ainda com a comunicação no espaço educativo - a comunicação interna entre professores e entre eles e a direção da escola, entre pais, alunos e professores, criando verdadeiramente canais de troca de informações. Organiza também a comunicação externa da escola e suas relações com a comunidade, estreita laços entre as instituições culturais da região e promove atividades educativas coletivas.
Nosso trabalho é, portanto, trazer à luz essas possibilidades e acenar com as possíveis práticas que elas propõem, tendo consciência de que qualquer atraso nessa direção poderá resultar em uma educação menos eficiente e em uma comunicação mais hegemônica e alienante. Portanto, educomunicador é preciso!
Maria Cristina Castilho Costa
Professora Doutora e Livre-Docente, do Departamento de Comunicação e Artes da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Fonte: http://jornalescolar.org.br/portal/images/PDF/mariacristina.doc
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