segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Dicas para usar as Tecnologias em sala de aula

Nós, professores, devemos ter conhecimentos sobre os potenciais educacionais da TICs(tecnologia da informação e comunicação) e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino – aprendizagem e atividades que usam estas tecnologias. Dessa forma, na medida em que aumenta a intimidade dos professores com esses recursos didáticos e, desde que estes sejam capacitados, pode e deve ser expandida estas novas tecnologias.
Aí vão algumas dicas que a Revista Nova Escola publicou com um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula.
Nove dicas para usar bem a tecnologia
  • O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
  • O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
  • O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
  • O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
  • A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
  • O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
  • A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
  • A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
  • A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/223_materiacapa_abre.shtml

Educomunicador

Nós professores do século XXI devemos ter capacidade de encontrar e associar informações, de trabalhar em grupo e de comunicar-se com desenvoltura. , integrando os diferentes meios em nossa prática pedagógica. Por isso achei interessante colocar pedaços de um texto que encontrei, falando sobre o EDUCOMUNICADOR, profissional que além do saber, tem acesso a diferentes meios tecnológicos...

Educomunicador é preciso!

Uma das áreas mais instigantes que se desenvolvem hoje no campo das Ciências da Comunicação é aquela que pressupõe uma colaboração estreita e efetiva entre duas disciplinas - a Comunicação e a Educação. Numa época em que as fronteiras disciplinares e as barreiras departamentais são arrombadas com o objetivo de promover a convergência no campo teórico, a troca de experiências no campo universitário e a colaboração no campo da prática profissional, essas duas disciplinas convergem para o desenvolvimento da fecunda intersecção.
Assim, a Ciência da Comunicação volta-se para a Educação na busca de um espaço de relações pessoais no qual possa trabalhar com os aspectos cognitivos, críticos e comportamentais do público e onde prevaleça, por sobre os interesses comerciais e
Por outro lado, as tarefas exigidas em qualquer atividade profissional são cada vez mais complexas, fazendo que o trabalhador tenha que aprender os processos sofisticados e sutis. Num mercado de trabalho em que faltam vagas, o nível de escolaridade dos candidatos tende a ser cada vez mais elevado. Todas essas questões povoam o dia-a-dia de quem trabalha com Educação, levando a uma revisão de critérios e parâmetros.
O educomunicador trabalha ainda com a comunicação no espaço educativo - a comunicação interna entre professores e entre eles e a direção da escola, entre pais, alunos e professores, criando verdadeiramente canais de troca de informações. Organiza também a comunicação externa da escola e suas relações com a comunidade, estreita laços entre as instituições culturais da região e promove atividades educativas coletivas.
Nosso trabalho é, portanto, trazer à luz essas possibilidades e acenar com as possíveis práticas que elas propõem, tendo consciência de que qualquer atraso nessa direção poderá resultar em uma educação menos eficiente e em uma comunicação mais hegemônica e alienante. Portanto, educomunicador é preciso!

Maria Cristina Castilho Costa
Professora Doutora e Livre-Docente, do Departamento de Comunicação e Artes da Escola de Comunicações e Artes da USP.

Fonte: http://jornalescolar.org.br/portal/images/PDF/mariacristina.doc

domingo, 13 de setembro de 2009

Vivemos em um mundo de transformações, porém nas últimas décadas, a velocidade dessas mudanças tem sido muito maior, as tecnologias estão presentes o tempo todo na vida das pessoas. A escola não pode ficar fora destas "novas" tecnologias e portanto da sociedade pós-moderna, ela necessita acompanhar a evolução do modelo de vida atual, embora já há algum tempo ela vem se adequando e se introduzindo neste espaço novo de cultura tecnológica.
Nós professores temos que abandonar o questionamento se devemos ou não aceitar as tecnologias no espaço educativo, pois ela está inserida na sociedade e não pode ser deixada de fora do ambiente escolar. Por isso é necessário a capacitação dos profissionais da educação nas suas escolas.
Temos que ter em mente que o bom profissional nos dias atuais defini-se pela capacidade de encontrar e associar informações, de trabalhar em grupo e de comunicar-se com desenvoltura.


“A tecnologia ajuda na possibilidade de agregar diversas linguagens, podendo alcançar de maneira mais global o assunto enfocado, abordando várias disciplinas ao mesmo tempo”.
(Leila Andrade)